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Far Cry 4 - História e pontos negativos



           Em FC4 fazemos parte do grupo rebelde Golden Path que luta contra Pagan Min. A Golden Path possui dois líderes bastante distintos: Sabal, um homem que leva à risca as tradições culturais e o modo como o antigo líder controlava o grupo; e Amita, uma jovem mulher com suas próprias convicções e ideais, que não crê em tradições e quer apenas o progresso do Golden Path, sem se importar quais regras. Após um tempo, as missões da Golden Path tornam-se parte da história principal do jogo, e é nosso dever escolher qual dos dois líderes nós apoiaremos. Cada vez que escolhemos entre Amita ou Sabal, novas e diferentes missões surgirão no mapa de acordo com sua escolha. Isso eventualmente levará a duas possibilidades de finais para o jogo, e cabe ao player decidir qual dos líderes ele crê ser aquele levará a rebelião à vitória.

Far Cry 4 - Ambiente, gráficos e missões



Ambiente e gráficos

            Em FC4 vemos uma Kyrat bastante viva. Embora eu esperasse um lugar com um pouco mais de neve, o pequeno e selvagem país não me decepcionou. A todo momento algo está acontecendo: aliados sendo atacados por animais ou grupos de inimigos, NPCs sofrendo nas mãos de texugos ou águias, um carro inimigo passando bem do nosso lado nos identifica e decide nos atacar, animais nada amistosos decidem testar nossas habilidades de sobrevivência.... A variedade de coisas ocorrendo no mapa é incrível, e é difícil termos um momento de sossego em Far Cry 4. O que, convenhamos, é um ponto extremamente positivo.

Far Cry 4 - Gameplay

   
         Como o título sugere, neste post falarei do mais recente jogo da Ubisoft, Far Cry 4, sucessor do tão aclamado jogo de 2012, Far Cry 3.
            Neste novo capítulo da saga, encarnamos o personagem Ajay Ghale, um jovem de vinte e tantos anos que retorna a sua terra natal, Kyrat, um pequeno país escondido nos Himalaias, de modo que realize o último desejo de sua falecida mãe: espalhar suas cinzas pelo monte Everest. É aí que Ajay perceberá que seu objetivo não será facilmente alcançado, e que há muito a se descobrir sobre ele e sua família.

Assassin’s Creed Unity: Dead Kings - Inimigos e Novidades


             Como dito na resenha anterior, as catacumbas tornaram-se agora muito mais complexas. Boa parte das missões se passam lá, e agora temos uma área enorme a ser explorada, correndo o risco de até mesmo nos perdermos lá dentro. É divertido andar pelo local, mas um pouco desesperador quando não conseguimos achar a saída e nossa lanterna apaga... Somado isso ao novo tipo de inimigo no jogo, os Raiders, uma facção de saqueadores que roubam tesouros enterrados junto com os antigos reis da França, temos momentos de apreensão lá embaixo.

Assassin’s Creed Unity: Dead Kings - História




            Se em Unity já usávamos as catacumbas como forma de passagem mais prática, em Dead Kings o subterrâneo da França torna-se infinitamente mais complexo. Neste post falarei sobre a primeira DLC grátis para Assassin’s Creed Unity, a sombria Dead Kings.
           Enquanto a história do jogo original pareceu apressada e com pouca profundidade, a DLC me surpreendeu neste quesito. Agora acompanhamos um Arno rancoroso algum tempo após os acontecimentos de Unity: ele agora é assombrado pelas memórias de tudo o que o aconteceu nesses últimos anos e procura uma saída da caótica França para espairecer. É aí que um antigo colega reaparece lhe prometendo passagem para o Egito em troca de um pequeno favor: que recupere um artefato valioso na cidade de Saint-Denis (renomeada Franciade durante a Revolução Francesa).

Infamous: Second Son - Poderes, skills tree e personagens


Poderes e skills tree

        Bom, agora vou falar um pouco dos poderes sem tentar dar muitos spoilers. Para quem jogou os jogos anteriores, sabe que o antigo protagonista Cole McGrath possuía a única habilidade de conduzir eletricidade. Bem, em Second Son isso muda, e Delsin possui não apenas um poder, mas quatro. Seu primeiro poder é o de fumaça, uma habilidade caótica que lhe dá a possibilidade de transformar-se em fumaça e entrar por tubos de ventilação, atirar fumo pelas mãos e fazer uma espécie de teletransporte de curta distância; temos em seguida o neon, que passa uma impressão mais limpa e organizada, e dá a Delsin a habilidade de correr na velocidade da luz e atirar raios de luz pelas mãos; o poder de vídeo dá a Delsin habilidades praticamente saídas de um próprio vídeo game, podendo usar uma espada virtual, usar antenas de sinal para locomover-se, a habilidade de tornar-se invisível temporariamente e conjurar uma espécie de robô-anjo para lhe ajudar nas batalhas. Por fim, temos a habilidade de concreto, mas que só temos acesso no final do jogo, e que lhe faz transformar-se em uma bola de pedra destruidora e atirar uma sucessão de pedras que derrubam os inimigos no chão.

Infamous: Second Son - História e Karma



História 

            Para ser sincero, a história não é uma das mais bem elaboradas e não requer constante atenção no jogo para ser entendida. O jogo se passa meros sete anos após os eventos do jogo anterior, Infamous 2. Em Second Son foi criado o Departamento de Proteção Unificad (DUP, no original), que tem a função de procurar qualquer tipo de atividade de Bio-Terroristas (como são chamados os super-humanos, ou Condutores), afim de vigiar e proteger as grandes cidades dos Estados Unidos.

Infamous: Second Son - Gráfico, ambientação e gameplay


  
         Embora já tenha aproximadamente um ano desde seu lançamento, no post de hoje falarei sobre um dos primeiros jogos lançados para a nova geração de consoles, o tão esperado Infamous: Second Son. A saga, que não era muito popular, nasceu na geração anterior de consoles, e é exclusiva da Playstation — uma vez que a Sony comprou a produtora, a Sucker Punch, em 2011.

Assassin’s Creed: Unity - Gráficos e problemas técnicos

Gráficos e problemas técnicos


            Nem é preciso dizer que o jogo está visualmente fantástico, certo? Um verdadeiro jogo da nova geração de consoles. Ubisoft conseguiu montar um jogo absolutamente lindo, com prédios extremamente realistas e fieis, e interiores ainda mais belos. Passando por casas ou palácios das áreas mais nobres de Paris, é impossível não se impressionar com a beleza local. Cada distrito possui suas características, com prédios mais antigos e mais amontoados, ou palácios enormes e belos jardins; mas nenhum dos casos deixa de impressionar.
            No entanto, apesar de todos os pontos positivos do jogo, desde o seu dia de lançamento, a Ubisoft vem lidando com a reclamação de diversos jogadores ao redor de todo o mundo que apresentam os mais diversificados problemas quanto ao jogo. Estes problemas vão desde os bonecos aparecendo sem rosto (como olhos e dentes voadores), a Arno ficando preso dentro de paredes ou mergulhando no chão da cidade, e também problemas técnicos envolvendo a conexão do jogo ao tentar jogar no modo cooperativo.
             A Ubisoft vem lançando patches com consertos para boa parte dos problemas citados, mas é uma pena que um jogo tão fantástico tenha falhado no aspecto técnico de uma maneira tão notável. Para recompensar a inconveniência, a empresa estará disponibilizando a DLC “Dead Kings” gratuitamente nos próximos dias, e para aqueles que compram a Gold Edition não ficarem no prejuízo, terão direito a um jogo de graça da empresa.
             No fim, dou nota 8.5 para o jogo, que pra mim foi um dos (se não o) melhor do jogo da saga até então. Com gráficos, gameplay e trilha sonora magníficas, esse sem dúvida é um ótimo recomeço para a franquia nesta nova geração de consoles, que pretende voltar aos pilares principais do jogo e o verdadeiro significado de Assassin’s Creed. Deixando toda a negatividade apresentada de lado, uma vez que todos os problemas iniciais vêm sendo rapidamente corrigidos, Unity é uma ótima experiência para quem gosta de saga e extremamente recomendado para quem quer ser divertir e ter um pouco mais de conteúdo quanto a uma das épocas mais importantes dos últimos séculos.

             Termina assim nossa série de posts sobre Assassin’s Creed: Unity, obrigado por acompanhar e até a próxima!

Por: Gabriel Medeiros

             Veja também as outras postagens da série: 

Assassin’s Creed: Unity - Side quests, Enigmas de Nostradamus e o mapa

Side quests, Enigmas de Nostradamus e o mapa


            Este sem dúvida é o maior mapa que já tivemos na saga inteira do jogo. A Paris de Unity é separada em sete distritos, sendo eles: Le Louvre, ÃŽle de La Cité, Le Marais, La Bièvre, Les Invalides, Quartier Latin e Ventre de Paris. E o que não falta é coisa para fazer... Temos agora o que chamamos de Paris stories, ou histórias de Paris, que são missões aleatórias à história do jogo. Mas desta vez, as missões não se assemelham às dos jogos anteriores, onde somos limitados a assassinar inimigos e fugir. Agora há uma variedade incrivelmente grande: recuperar objetos valiosos, conseguir informações secretas, assassinar alvos templários por trás da Revolução, descobrir líderes de organizações secretas e inclusive ajudar uma velha senhora vidente.

Assassin’s Creed: Unity - Gameplay

Gameplay


            Partimos agora para o lado mais técnico do jogo... Com Unity, a Ubisoft realmente se superou. Reescrevendo e reprogramando a engine AnvilNext quase inteirinha, eles conseguiram obter tudo o que o novo jogo exigia. Começaremos falando de um dos (se não o) pontos mais fortes do jogo: o parkour (ou free-run). Algo que esteve presente desde o primeiro jogo e sendo a feature que mais chamava atenção na série, o parkour dessa vez foi levado a um nível grandioso com algo que parecem extremamente simples: a opção de parkour down. Nos jogos anteriores, essa atividade de escalar prédios se resumia a isso basicamente: escalá-los; o que dentro de alguns minutos de jogo poderia acabar se tornando uma verdadeira frustração. Sempre precisávamos procurar pontos específicos para fazermos os famosos Leap of Faith ou então, sem paciência, saltávamos do topo de um prédio e perdíamos mais da metade da vida de nossos personagens ao aterrissarmos. Isso agora não é mais um problema. Com o simples aperto de um botão diferente, Arno executa uma ação diferente, e ao invés de escalar uma parede, procura recursos ao redor para que possa descê-la, tornando tudo incrivelmente mais prático. Sem contar que a atividade agora ficou muito mais fluída, com animações novas e fantásticas que tornam tudo mais divertido e até bonito de se assistir.

Assassin’s Creed: Unity - Personagens

Personagens


           Como dito anteriormente, diversos personagens no jogo não receberam nem metade da atenção que eu esperava de acordo com o que vi pelos trailers e pelas entrevistas dadas dos desenvolvedores. Marquês de Sade e Napoleão Bonaparte apareceram poucas vezes e próximo ao fim do jogo, respectivamente, e Robespierre, um dos nomes mais famosos da Revolução, não apareceu uma vez sequer durante a campanha principal, tendo sido apenas citado. No entanto, é preciso ressaltar que embora a presença destes e outros personagens tenha sido de certa maneira limitada, todos eles conseguiram me transmitir fantasticamente sua personalidade pelos diálogos e atuação. De Sade, um aristocrata exótico a favor da revolução e da liberdade, e adepto as artes sexuais mais depravadas (uma dica para quem ainda não jogou: no começo da segunda sequência, preste atenção em um homem nu. É, claro, de Sade); Napoleão Bonaparte, um militar e líder político sério e comprometido (outra dica: para quem conhece a história do universo de Assassin’s Creed, preste atenção em Napoleão o tempo todo da primeira vez em que se encontrarem e descobrirá algo surpreendente).

Assassin’s Creed: Unity

Olá, leitor! Inauguro hoje a parte do meu blog destinada a jogos, e para enriquecer esse assunto que definitivamente eu não domino, convidei meu namorado Gabriel Medeiros para me ajudar. Ele começará fazendo uma série de posts durante essa semana sobre Assassin’s Creed. Aproveitem!



            Mais um ano, mais um jogo da série Assassin’s Creed, certo? Bom, não exatamente. Este ano tivemos o lançamento de não um, mas dois jogos da série: Assassin’s Creed: Unity e Assassin’s Creed: Rogue. Neste post, focaremos no primeiro. As resenhas serão separadas em seções específicas, onde será comentado brevemente (e sem spoilers) a respeito de todas as características do jogo.
            Desta vez estamos na França. Mais especificamente, na turbulenta Paris de 1789. No meio de uma revolução sangrenta e que mudaria para sempre a história não apenas francesa, mas também mundial, acompanhamos a história de Arno Victor Dorian, que embarca em uma jornada pessoal em busca de redenção.